14 de dez de 2010

Existem almas boas por aqui Zelia Duncan?


O que muitos devem ter visto no decorrer de suas vidas, é que, existem as almas leves que possam estar cobertas em peles estúpidas ou com testas franzidas.

Como também, pode haver almas podres e pesadas, vestidas em pele linda e maravilhosa. Como dizem “pele de anjo”.

Esses dias, minha namorada viu e a genitora das minhas meninas, e ainda comprovou que tudo que eu falava, não era nada de marcação com a criatura. Mas, se ela consegue ser toda angelical, com vozinha de criança, toda meiguinha, e muito “inha” nisso. Mas quando ela solta o veneno...Ui.


Quando as pessoas se tocarem que, deixar a alma livre, leve e limpa, significa menos dores, mais alegria e paz de espirito. Amar, também ajuda e muito a alma ficar radiante. 

P.S: Fiz minha mozinho morrer de rir, quando eu disse que tive um advogado que largou o caso porque se apaixonou pela genitora das meninas. Ahahahah. Só rindo mesmo.

Então, mudando de assunto. Nada melhor que deixar fluir a alma, deixar a alma leve...
Mostra aí como se faz Zélia...

Alma

Zélia Duncan

Composição: Pepeu Gomes e Arnaldo Antunes
 
Alma! Alma! Alma!
Alma!
Deixa eu ver sua alma
A epiderme da alma
Superfície!
Alma!
Deixa eu tocar sua alma
Com a superfície da palma
Da minha mão
Superfície!...
Easy! Fique bem easy
Fique sem, nem razão
Da superfície!
Livre! Fique sim, livre
Fique bem, com razão ou não
Aterrize!...
Alma!
Isso do medo se acalma
Isso de sede se aplaca
Todo pesar não existe
Alma!
Como um reflexo na água
Sobre a última camada
Que fica na
Superfície!...
Crise!
Já acabou, livre
Já passou o meu temor
Do seu medo sem motivo
Riso, de manhã, riso
De neném a água já molhou
A superfície!...
Alma!
Daqui do lado de fora
Nenhuma forma de trauma
Sobrevive!
Abra a sua válvula agora
A sua cápsula alma
Flutua na
Superfície!...
Lisa, que me alisa
Seu suor, o sal que sai do sol
Da superfície!
Simples, devagar, simples
Bem de leve
A alma já pousou
Na superfície!...
Alma!
Daqui do lado de fora
Nenhuma forma de trauma
Sobrevive!
Abra a sua válvula agora
A sua cápsula alma
Flutua na
Superfície!...
Lisa, que me alisa
Seu suor, o sal que sai do sol
Da superfície!
Simples, devagar, simples
Bem de leve
A alma já pousou
Na superfície!...
Alma!
Deixa eu ver sua alma
A epiderme da alma
Superfície!
Alma!
Deixa eu tocar sua alma
Com a superfície da palma
Da minha mão
Superfície!...
Alma!
Deixa eu ver!
Deixa eu tocar!
Alma! Alma!
Deixa eu ver!
Deixa eu tocar!
Alma! Alma!
Superfície
Alma! Alma!
ALMA!

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