31 de jul de 2010

A chave para a felicidade é ter sonhos realizáveis



"O que significa amar verdadeiramente uma pessoa?
Houve um tempo em que eu achava saber a resposta: significa que eu iria pensar em Savannah mais do que em mim mesmo, e passaríamos o resto de nossas vidas juntos. Não seria difícil. Ela me disse certa vez que a chave para a felicidade é ter sonhos realizáveis, e os dela não eram nada fora do comum.
{...}
Não parece tão absurdo, certo? Quando duas pessoas se amam? Foi também o que pensei. E, enquanto uma parte de mim ainda quer acreditar que isso seja possível, sei que não vai acontecer. Quando eu for embora de novo, nunca mais vou voltar."

John Tyree, personagem de Nicholas Sparks
in Querido John



Como vocês já estão sabendo, ganhei esse livro ontem, comecei a ler e não consegui parar até terminá-lo, à noite. Todos os livros desse autor “Nicholas Sparks” nos prendem à história de tal forma que é impossível largá-los. Vocês lembram daquele filme “Diario de uma paixão?", admito que para mim é o melhor de todos), já aquele “Uma Carta de Amor e O Milagre” foram os mais fraco. Estou querendo ler Noites de Tormenta e A Última Música.

É difícil fazer uma resenha pessoal em relação as obras de Nicholas Sparks sem revelar alguma coisa importante, porque sempre tem um final completamente diferente do que imaginamos. Vocês repararam algo em comum nas historias dele? Sempre há duas pessoas que se encontram, descobrem que foram feitos um para o outro, mas no meio disso tudo sempre acontece alguma coisa que muda suas vidas para sempre, ou seja, ficam distantes um do outro.
O autor surpreende em muitos momentos com sua forma de falar de coisas tão complexas de uma forma simples. Eu tenho uma pergunta ao autor. - Por que suas histórias simplesmente não gostam de finais felizes? Mas, nem sempre a vida tem o final que desejamos, isso não significa necessariamente que o final não possa ser feliz.

Um trecho que achei profundo:"Quando ela se afastou e sussurrou 'Senti tanta saudade', parecia que eu estava inteiro de novo, depois de ter passado um ano pela metade."

A história me faz questionar: O que é o amor verdadeiro? Me perguntei muitas vezes se faria o que JOHN fez! Mas ai vem a pergunta, será? E o medo e “incertezas” da vida. O bonito e verdadeiro nessa História é que REALMENTE quando você encontra o verdadeiro amor, eu digo isso por experiência própria ( eu tenho um amor verdadeiro), aquele que você AMA pelo resto da vida, passe quantos anos passar e aconteça o que acontecer e qual rumo a sua vida tomar!

Um breve resumo: John conhece Savanah em uma licença (Férias) das forças armadas especiais, se apaixonam de cara, no primeiro (oi), mas ele tem que voltar para cumprir o restante do seu alistamento. Savannah promete esperá-lo. E durante esse tempo eles trocam inúmeras cartas. Em um ano estariam novamente juntos, até que o dia 11 de setembro muda tudo. Com a guerra no caminho do John, ele tem que escolher voltar e viver com o seu grande amor ou defender o seu país. Ele escolhe defender o seu país, Savannah diz que entende, mas será que ela entendeu mesmo? No livro nós dá impressão que John a ama mais, pois ela não o teria deixado se o amasse na mesma intensidade, pelo menos é o que eu penso. Ela estava sofrendo com a ausência dele, ok eu entendo isso. Mas, ele também sofria por estar longe dela.

Obs: A Savannah do filme não é a mesma do livro. A Savannah do filme é frágil, loira doce, encantadora e divertida. A Savannah do livro é morena, uma mulher mais forte e leviana em suas atitudes, que não fiel aos sentimentos e seu coração, se deixou levar pelos acontecimentos e não lutou pelo que queria, simplesmente abriu mão sem pensar em quantas pessoas ela afetaria com essa decisão, principalmente a ela mesma. 
Leiam o livro e assistam o filme. Assim saberão do que eu estou falando.

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