30 de jun de 2009

Se você fosse fazer um filme a respeito da sua vida, qual seria o tema e o porquê?

Sugiro que leia ouvindo a música.

Quantas vezes você já disse isso? “se eu tivesse uma outra chance…“? Todos esses “se” e essa vontade de que o que não foi pudesse ter sido diferente pelo visto vão nos perseguir por toda a vida.

Cientistas, filósofos dizem que esse fenômeno faz parte da vida, não engulo frases que me obrigam a estagnar no conformismo. Não sou conformista. Mas concordo que não temos forças contra o tempo. O que podemos fazer é ter boa lembranças do nosso passado e fazer com que nosso futuro seja diferente.Se nossa vida fosse um filme seria muito mais fácil. Mas como somos um roteiro sempre inacabado só nos cabe ter uma inveja boa.

Fiquei pensando como seria o tema do filme da minha vida. Se for analisar pela minha infância, meu grande companheiro de aventuras era meu amiguinho imaginário capitão Jonas. Hoje em dia ele não existe mais. Sumiu! Lembro que os adultos chegavam a implicar comigo porque eu dava tanta atenção pra ele. Hoje em dia é a musica que me acompanha. Acordo ouvindo música e tomo banho cantando. Prefiro assim porque escapo do barulho caótico do mundo, noticias triste e de todas as chatices que rodeiam o dia a dia. A música me leva para um mundo paralelo, minha imaginação funciona em uma velocidade inexplicável e eu me sinto um tanto quanto completo. E nessa minha maluquice de divagações, me pego pensando que se minha vida fosse um filme (ljá imaginei até em um desenho animado) talvez fosse um longa metragem repleto de tudo e interessante de ser assistido. Um misto de Ace ventura com indiana Jones e um “Q” de mistério do Alfred Hitchcock.

Hoje loucamente comecei a aprontar o filme da minha vida. Pra começar, seria dirigido pelo o maior fenômeno da história do cinema, o judeu Steven Allan Spielberg (porque a minha vida é MUITO peculiar), no mesmo esquema de tudo que ele já faz. O roteiro ficaria pra ele dividir autoria com a filha do cineasta Francis Ford Coppola, a Sofia Coppola e a produção eu deixaria pro Danny De Vito fazer, porque ele é muito bem humorado, inteligente, perspicaz. Agora os atores: Ben Affleck faz Eu mais velho e Adam Sandler faz Eu hoje em dia. Logicamente jamais deixaria de fora as atrizes: elas seriam as personagens as “exs” da minha vida. Seriam elas: Nicole Kidman, Jenifer Lopez, Gwyneth Paltrow , Angelina Jolie e para a surpresa dos leitores, entre as destaques eu não deixaria de fora a principal que faria o papel da mocinha “Ana Paula Arósio” ahahaha. O meu grande problema seria em relação a trilha sonora.O meu gosto musical é tão variado. A certeza que não faltaria Roxette, bem como Alejandro Sanz. Teria algo Francês (tipo chanson), muito pop. Não escaparia dos clássicos é claro, como Pearl Jam, Madonna, Sheryl Crow (que faz 7 entre 10 trilhas sonoras), Sting, etc. Mas também não cairia na breguice. O momento mais romântico provavelmente eu deixaria a cargo de Michael Bublé, que consegue renovar o hit clássico e também adicionaria uma pitada informal. E acrescentaria um tango (Por una cabeza) e os jazzistas mais bacanas e talvez até um pouco do tempero da música cubana.

A moral é essa.O filme vai se construindo conforme vamos vivendo, mas o meu filme seria uma obra peculiar, com a fantasia imaginária e sensacional de Quentin Tarantino, o homem capaz de transformar as cenas mais simples em obras primas, sem exageros e com muito bom gosto. Também deixaria dentro dessa o Pedro Almodóvar. Tá aí, eu chamaria ele para ser meu cinematógrafo e diretor de arte.

Aguarde, em breve em um cinema perto de você... o filme. “Mr.Jones, e seu reino Inimaginável”

4 comentários:

karina disse...

Bem, se fosse baseado na minha vida...seria um roteiro de aventura.
As coisas mais extraordinárias acontecem comigo e estou sempre em lugares diferentes.
Abraços, Karina K www.olhaqueuachei.com.br

Paulo de Andrade disse...

Se você fosse fazer um filme,
A respeito da sua vida,
O tema seria a menina e o poeta,
Uma morena conhecida.

Que na sua pouca idade,
Na rua deserta onde moro,
Da porta de sua casa se exibia nua,
Uma linda morena por quem choro.

E me inspiro como me inspiro na lua,
Em noites de luar,
Só de lembrar,
Quando ela se exibia completamente nua.

Só de pensar,
Aqui estou a cinco anos imaginando,
Como ela pôde se exibir assim,
E me sinto condenado por estar amando.

Quem não poderia gostar de mim, ela disse,
Recordo a sua beleza nua a me inspirar,
E quando comentei para seus pais falar,
Ela fez com que o pai dela me agredisse.

E ainda a mãe dela me caluniou na justiça,
Dizendo ser calúnia essa minha verdade,
Que alguém mais da minha família pôde ver,
Ela se exibir sem ocultar sua intimidade.

Fui condenado sem direito de me defender,
Tamanha é a minha timidez,
Entrei calado na justiça sem jeito de explicar,
O que de errado ela fez.

Cinco anos se passaram aos dezoito incompleto,
Ela nessa idade parece me odiar,
Sem razão ela brigou comigo,
Sendo ela quem de fato pôde errar.

Ocultando a verdade pra mâe dela,
Que sem piedade me condenou,
E cinco anos depois me sinto por ela atraído,
Sinto dominado de tanto amor.

Aponto de passar o tempo todo olhando pra ela,
Que com palavras me pede pra não olhar,
E da janela do meu quarto uma canção,
Eu dedico a ela na tentativa de falar.

O que deveras sente o meu coração,
Que de fato eu pude a ela perdoar,
E ela zangada com palavrões me agride,
Quando ela devia mesmo era se desculpar.

Essa menina não entende a minha situação,
Insiste em querer comigo brigar,
Apesar da nossa diferença de idade,
Não sei como essa paixão evitar.

Diante da sua beleza nua,
Eu me vi com o tempo mais inspirado,
E se passaram cinco anos,
Quisera nunca mais ser condenado.

Como fui condenado injustamente,
Por quem agora eu amo de paixão,
Como poeta de talento fiz dessa história,
Uma poesia quase uma canção.

Pra contar como a justiça é cega,
E como quem a gente ama nos faz sofrer,
Quem agora sem razão me odeia eu amo,
E quem me ama não deixo nunca de querer.

Amamos quem não nos ama,
Quem temos por amizade,
Se transforma em inimigo,
Por querer ocultar uma verdade.

Só me resta caminhar sozinho,
E de longe para ela olhar,
Com esse amor proibido,
Impossível de se conquistar.

Do poeta: Paulo de Andrade

Lília Amorim disse...

Se fossem fazer um filme a respeito da minha vida qualquer um desistiria hauauhahuuhahuauhauha porque tem tudo :drama,romance,comédia,terror,ficção hauuauhauaua.
Eu queria que fosse baseado nas Pontes de Madisson mas sendo realista está mais para A Hora do Pânico 4 hahuauhauhahuauhauhahuauhahuahau.

moreijo disse...

com certeza o meu e de Ficção Ciêntifica seria eu o Diretor ja tenho o roteiro inclusive copiaram de eu em "Dia da Independência" aquele que Will Smith captura um Alien e depois vence eles com um Virus de computador na nave Mãe a diferença e que o Brasil e o lider da revolução no meu...e quando fizer seu filme convide me assistirei e divulgarei...porque não começa com um curta metragem e divulgue no youtube...ha para finalizar fui ate a quarta musica excelente seleção...valeu...fuiiiiiii

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