10 de jun de 2009

Namorado psicótico e sua namorada hipocondríaca.



Eu AMEIIIIIIII ver esse filme. Já assisti umas 39378256 vezes. Uma cena que eu veria em loop pelo resto da vida... Amelie Poulain falando Quinze!

"Eu não sei, sinceramente, o porquê do desdém e da reserva com que "O Fabuloso Destino..." foi recebido pelo resto da crítica brasileira. Deve ser porque o título seja uma das maiores hipérboles já vistas. Já fui a algumas sessões com estes mesmos críticos e, rapaz, eles são pentelhos. Pentelhos ao ponto que eu adquiri o hábito de nunca voltar à essas sessões. Eu sinceramente suspeito que são aquelas pessoas do contra (você sabe, todo grupo de amigos tem um sempre que é do contra) de hoje que se tornam os críticos de amanhã. Amélie Poulain é uma garota que encontra felicidade em ajudar os outros. Mesmo sendo fictícia, ela fez a este rapaz um bem: salvou meu carnaval do tédio total.

"O Fabuloso Destino..." é um daqueles filmes que enchem seu coração de felicidade. Eu teria abraçado meu balde de pipoca durante a sessão, caso eu ganhasse dinheiro o suficiente para fazer o programa completo (ou eu pago o ingresso, ou a pipoca). -Pierre Jeunet, fica na França que aí é teu lugar (também, não é como se você fosse ser convidado a dirigir Alien 5 depois da bomba que foi o 4). Desde o primeiro fotograma, o filme explode de energia e o que é mais incrível: essa energia não se esvai.
No entanto, é claro que o filme não é perfeito. Há sim, um deslumbre excessivo que acaba por delatar tremendo furos no roteiro (o filme acaba e uma das estórias de fundo – a do namorado psicótico e sua nova namorada hipocondríaca – fica descaradamente sem fim, por exemplo). Muita gente pode reclamar da Paris embelezada por filtros e por computador. Nesse sentido, o filme pode ser até comparado ao "brasileiro" "Bossa Nova" (com a diferença entre os dois sendo de que "Amélie Poulain" é um filme BOM), quando retrata uma cidade idealizada, de sonho, sem perigo, para turista ver. Mas isso funciona a favor do tom fantasioso do filme. Isso e o filtro verde, os efeitos especiais, o roteiro que penetra na imaginação da personagem...

Esta é a declaração de amor de um diretor à sua personagem. Jean-Pierre Jeunet ama Amélie Poulain e é este o encantamento do filme. Você quer que ela fique bem, você quer que ela encontre o rapaz por quem ela se apaixonou, você quer que ela te ajude quando você estiver mal. Não é sentimentalismo barato, fabricado, forçado, você sente essa diferença. É, por tanto, um êxtase da criação. Tá, eu estou aqui, falando um monte de bobagens incoerentes, mas esse filme lindo e boboca me fez ficar apaixonado pela vida. Sabe, se você é uma pessoa que está abatida, mas tem mil sonhos no coração e esperança, saia de casa. Agora. E assista. Eu estou me sentido incrivelmente bem. Se você não se sentir feliz depois de "Amélie Poulain", é porque já deve estar tudo perdido mesmo para você. E se você me chamar de deslumbrado, vai comer cocô. fonte: Zeta Filmes"

3 comentários:

Su disse...

Esse filme é maravilhoso mesmo, acho que todos que assistiram gostaram e não se cansam de assistir!! Acho que vou assistir de novo nesse feriado!!
Abraços

Chica disse...

Ainda não assisti,mas vou tentar! Conforme pediste, aqui vai o meu email...

rtazza@gmail.com

Te aguardo!abraços

planetadablogueira disse...

Helooo!!! Passa no meu blog que tem um selo pra você, abração!!! =DD

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