31 de jul. de 2009

Você e um livro.


Atraves do blog da amiga PLANETA DA BLOGUEIRA
Eu vi e conferi um teste muito interessante. E o que mais me chamou atenção, foi o resultado do teste e ver que foi esse livro. Me deu até arrepios. Quem me conhece a fundo, saberá o porque.

"O alquimista", de Paulo Coelho

Há alguém no seu bairro, na sua empresa ou mesmo na região que não te conheça? Bem, podem não te conhecer pessoalmente, mas já ouviram falar de você com certeza. Popular e carismático, você está para as pessoas ao seu redor o que os best-sellers estão para os leitores: todo mundo conhece, a maioria gosta e/ou admira, mas alguns torcem o nariz devido ao seu excesso de popularidade, ou, é preciso dizer, de superficialidade mesmo. Afinal, essa personalidade que agrada a todos pode ter um quê de falta de personalidade, não é não? Bem, de toda forma, você não se importa com isso. O que importa é compartilhar a sua experiência de vida – mística ou não – e atrair admiradores.
"O alquimista" (1988) é, possivelmente, a mais conhecida das obras de Paulo Coelho, o mago das vendas em livrarias brasileiras e internacionais. Fenômeno de popularidade, já vendeu quase 38 milhões de cópias em todo o mundo e foi publicado em cerca de 140 países. E, claro, ocupa a cabeceira de muita gente em busca de autoconhecimento e entretenimento esotérico.

Faça o teste e veja o livro que você é: TESTE

P.S: Esse livro persegue minha vida. Acompanha o meu destino. E está vigiando meu coração.

30 de jul. de 2009

Quem me dera (ou não)


Quem me dera ser um peixe/ para em seu límpido aquário mergulhar..

(Vamos fingir que eu não vi a sacanagem implícita nos versos acima e começar um texto ingênuo e inocente.)

Quem me dera ser um mosquitinho, pra saber não só o que acontece no banheiro feminino - sonho dos menininhos da sexta série - mas pra poder entrar em lugares que ninguém pode, como numa daquelas reuniões de maçons nas quais o segredo é sagrado e jamais vai poder ser contado pra alguém de fora (afinal, sobre o que seria isso tudo?!). Ou pra poder descobrir coisas muito mais sórdidas. Isso tudo até eu me arrepender e voltar a ser gente.


Então, penso, quem me dera ser um adivinho de verdade, não desses fajutos que tem aos montes por aí. Poder adivinhar o que eu devo fazer nos momentos de indecisão e ajudar quem estivesse em cima do muro também. Até que eu visse alguma merda sem conserto e me martirizasse por não poder fazer nada além de esperar acontecer e acabasse resolvendo voltar a ser o que eu era antes.


Poderia, talvez, ser um cientista louco que iria descobrir a pílula mágica pra resolver todos aqueles problemas super sérios como dor de cotovelo, inveja, ciúme, olho gordo.. Mas, na falta de pessoas com desconfiômetro que se voluntariassem para ser testada, eu começasse a experimentar as coisas em mim e visse os revertérios causados por remédios em desenvolvimento sem resolução garantida e ficasse locão mesmo. Nesse ponto, se eu ainda tivesse alguma consciência que preste, eu ia querer voltar a ser apenas uma pessoa normal.

Pô.. Quem me dera poder ler todos os livros do mundo e ter todos eles na minha estante (que viraria uma pequena biblioteca). Até eu ler demais, ficar louco e nerd e sentir saudades de quem eu era antes: pouco quieto, pouco tempo e poucos livros.


Quem me dera ser aquela pessoa que eu acho super legal, super resolvida, super tudo. Até eu realmente cair na pele do dito cujo e perceber que tem muito mais por trás de uma carinha bonita e algumas atitudes legais e um tiquinho de falsidade. Vai ser nesse ponto que eu vou perceber que sou muito mais legal, muito mais bem resolvido e muito mais tudo que a tal pessoa. E, claro, vou querer voltar a ser quem eu era.

Parece mesmo que quanto mais eu penso em ser diferente, mais eu vejo que eu deveria ser exatamente como sou agora, com exatamente todos os defeitos e as qualidades que eu tenho. E ponto.

28 de jul. de 2009

Escorpião com ascendente em escorpião. Alerta de perigo.



"Mina! seus cabelos é da hora. Seu corpão VIOLÃO(e que corpo)..."

Esse post é pra Mina que não é de Santos, mas mora em SP. (SANDRA FRANZOSO)

"mas comigo ela não quer se casar..."

Ela não é ciumenta, ela é CIUMENTA, e muiiiiiiiiito.

"Não sei o que faço pra essa mulher eu conquistar..."

Ela: Eu não sou escorpião com ascendente em outro signo... O meu ascendente tbm é em escorpião ok? (já fica ciente disso) (maior perigo mulheres assim)


Eu: Puts! Eu sou Sagitário com ascendente em sagitário. Lascou!


Ela: ahahaha (rindo pra não matar vc), vc me deixou com raiva... vou lá fora tomar um ar... depois volto.



"Você me deixa doidãooooooooo"

Ela: Se eu for escrever um livro, provavelmente, começarei depois de dezembro e terei o primeiro semestre do ano que vem pra terminar, mas será na linha do suspense, pois o cara leu meu texto e curtiu muito.


Eu: Já sei! Serei inspiração pro seu livro né? Já to até vendo. As aventuras do Mr.Jones.


Ela: Pra falar sobre vc no texto, só seu matar o personagem principal rsrs... vc não iria ficar muito bem como churrasco rsrs.

PS: sou vegetariana !


"Eu ti ái lóvi iúuuuuuuuuu...Pera aí que tem mais um bocadinho de iú"

Mr.Jones

Uma história invulgar



E assim começa O Estranho Caso de Benjamin Button”, adaptado a partir da história de F. Scott Fitzgerald, sobre um homem que nasce com oitenta anos e regride na sua idade: um homem, como qualquer um de nós, que é incapaz de parar o tempo.

O filme conta a história de Benjamin (Brad Pitt) e da sua incomum viagem, das pessoas e lugares que descobre ao longo do seu caminho, dos seus amores, das alegrias da vida e da tristeza da morte, e daquilo que dura para além do tempo.

Upon a closer look, there is nothing normal in our universe.
Everything, even every small thing is a miraculous exception.
View from a proper perspective, every normal thing is a monstrosity.
Why should we take horses as normal and the unicorn as a miraculous exception?
Even the horse, the most ordinary thing in the world, is a shattering miracle.

Slavoj Zizek

Não há nada normal no nosso universo, diz-nos Zizek. Por mais pequeno que seja, todo o ser é resultado de infinitas variações e complexas combinações, na sua maioria, para não dizer totalidade, meros frutos do acaso. E, por isso, se virmos bem, somos todos milagres. Somos todos monstros. Todos exceções.

É uma fábula linda, lembrou-me o estilo de Mãos de Tesoura e de Forest Gump. Mas é uma história de AMOR, sobre AMOR. Todas as formas de amor. Amor homem mulher, amor mãe pra filho, amor filho pra mãe, amor 'a pátria, amor 'as tradições, amor aos idosos em geral. Não há conflitos no filme em matéria de amor. Não há preconceitos ou racismos, só amor.

A mãe que, no leito de morte, conta à sua filha a verdadeira história sobre o seu pai, o filme consegue na perfeição dar uma impressão simultânea de normalidade e de absoluta excepção a este personagem estranho de Benjamin (como todos sabem, um ser que “cresce ao contrário”, nasce com aspecto de velho e morre um bebê), assim como à de todos os outros personagens. Todos são especiais. Únicos.

http://olamtagv.wordpress.com/2009/02/17/o-estranho-caso-de-benjamin-botton/

http://blitz.aeiou.pt/users/137/13706/77d14696.jpg

Ps: Cate Blanchett subiu no meu conceito.

Ps2: "Já te disse que fui atingido 7 vezes por raios, durante toda a minha vida?


27 de jul. de 2009

Diversas paixões e um unico amor.




Um homem...Muitas histórias, diversas paixões, e em seu coração apenas um unico amor.


Ela: - Que bom que não nos encontramos quando eu tinha 26 anos.
Ele: - Porque diz isso?
Ela: - Eu era tão nova, e você mais novo ainda. E estávamos destinados a nos encontrar agora.
Ele: - Olha, eu vou apreciar todos os momentos que eu tiver com você.
"Nós não tínhamos nenhum móvel. Fazíamos piquenique na sala de estar. Comíamos quando dava vontade. Passávamos a noite em claro quando queríamos. Juramos nunca cair na rotina. Tínhamos uma vida espontânea."

26 de jul. de 2009

O Cego e o relógio.



Esse vídeo conta a história de um cego que construiu um relógio que funcionava sentido anti-horário.

Moral da história: Nao adianta atrasar os ponteiros do relógio para voltar no tempo.

25 de jul. de 2009

No meu ANIVERSÁRIO, eu quero...


Recebi este SELO da amiga Exotilic dedicado a blogosfera dicas e afins da Plaidy
Regrinhas:
* Coloque o link de volta para http://Plaidy.vai.la ou http://Plaidy.blogspot.com

* Conte à seus leitores, o que irá querer no seu aniversário.

* Insira a imagem

* Convide quantos blogs quiser e repasse o meme.

O que eu quero de presente é...A mulher que eu amo, para curtir ao meu lado o dia do meu Aniver.

E selo repasso para...

Resultado da Enquete e avaliação.

Com 939 votos.

Em 1º lugar 18% foi : MEDO DE ASSALTO.
A violência das grandes cidades brasileiras chegou a um ponto em que estamos todos igualmente ameaçados. Verdade? Não exatamente, pois as mulheres correm riscos ainda maiores que os homens de ser assaltadas, extorquidas ou seqüestradas nas ruas. De cada dez vítimas de assaltos cometidos nos bairros de classe média de São Paulo, seis usam saias. Na Barra da Tijuca, reduto dos emergentes cariocas, o índice sobe para 70%. Elas também são alvo freqüente dos seqüestros relâmpagos, em que o assaltante obriga a vítima a sacar dinheiro de caixas eletrônicos.

Em 2º lugar empatados foram: Medo de ficar sozinho e medo de morrer.
Normalmente procuramos explicações para nossos sentimentos e sensações físicas e interpretamos os mesmos como causadores de nosso sofrimento.

Os indivíduos com somatização descrevem os seus sintomas de forma dramática e emotiva, referindo-se a eles freqüentemente como insuportáveis, indescritíveis ou o pior sofrimento que se possa imaginar.

A sensação de que a morte vai chegar em breve, muitas vezes nos causa desespero e angústia.

Podemos apresentar dores de cabeça, ânsia de vômito, dor na barriga, azia, diarréia, perda da vontade de fazer sexo, cansaço, desmaios, falta de ar, dormência nos braços, dores no peito, fraqueza nas pernas, medo de lugares fechados, sensação de sufocamento, medo de ficar sozinho, suor excessivo, tremores, acreditar que vai ficar louco, perda do controle.

Medo de ficar sozinho (a) está associada a um desequilíbrio bioquímico entre os neurotransmissores (substâncias que fazem a comunicação entre os neurônios) serotonina e noradrenalina. Mas, por sua complexidade, a doença não pode ser resumida a essa disfunção. Há outros elementos que colaboram para o seu surgimento. São os ‘gatilhos’. No caso dos adultos, eles podem ser desde o stress do desemprego ou a perda de uma pessoa querida. Nas crianças, há outras especificidades.

3º Lugar foi Medo dos Governantes:

Tenho muito medo de governantes que resumem a vida à encenação do cargo que exercem.

O medo, mais precisamente, o medo patológico e que limita de alguma forma a vida das pessoas, vem aparecendo com freqüência cada vez maior em consultórios psiquiátricos e clínicas psicológicas. Esse medo patológico se diferencia do medo normal por várias razões:

    • - Não ter razão objetiva;

    • - Não tem base na realidade concreta;

    • - O próprio paciente sabe ser absurdo o que sente;

    • - Provoca uma aflição (ansiedade) desmedida e

    • - É acompanhado de sintomas físicos (falta de ar, sudorese, etc)

AGRADECENDO A TODOS QUE PARTICIPARAM VOTANDO.

Att.

Mr.Jones

O mais eloquente dos caras!


Escrito por Vanessa de A. Souza

Desinibido, articulado, teimoso
O mais eloquente dos caras!

De jeito hiperativo Imperativo!
Daquele que domina e seduz pelo verbo

E sabe como ninguém adjetivar uma mulher

Quase sempre atrevido

Poucas vezes discreto

Sempre muito tentador

E é esse cara descrito
Gigante em seus sentimentos
A desinibir os meus sentimentos

E subjugar a minha razão
E é esse homem descrito

Do tipo fiel sem moral

Que clama por seus desejos

E cobiça o que o outro quer

E é esse homem descrito

É esse cara falado...

Que eu anseio por uma noite

E desejo por uma vida

Para ter ao meu lado todas as manhãs.

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