11 de set de 2009

Procura-se a dona do celular.

 
Como tudo que é doido e esquisito acontece com o Mr.Jones...
Estava eu dirigindo na Rua Marechal Deodoro, quando paro no sinaleiro do cruzamento da Rua Marechal Floriano Peixoto. Olho para o meu lado direito, a motorista do carro (uma loira linda) sorri pra mim, eu retribuo. Ela faz um sinal (entendi baixar o vidro) baixei. E a mulher joga pela janela do meu carro um celular. Sinal verde. E a mulher vai embora. No momento eu levo um susto daqueles, fico olhando o celular com certo medo de pegar (e se fosse uma bomba?) como os carros atrás começaram a buzinar, eu continuei. E pensando: - E agora?

O celular parecia mais um IPOD, ou um PALM TOP. Eu me lembrei que é um daqueles modelos novos MP6, com mil e uma utilidades. Mas pensem bem, o Mr.Jones aqui nunca teve compatibilidade com essa coisa. (postagem futura sobre isso).

Passados uns 20 minutos. Eu já tinha chegado ao meu destino. O aparelho toca. (bem sofisticado e moderno. A música até legal (The Police- Every breath you take).

E o tempo que levei para atender? Lógico, era manuseio digital, porque teclinhas eram mínimas naquela coisa. Quando enfim atendo. A louca da mulher me diz:

Ela: em que mundo você vive? Levou esse tempo todo para atender?

Eu: vivo num mundo cheio de seqüestro relâmpago, Serial killers e psicopatas.

Ela: dando risadas.

Eu: Você é doida? Qual o motivo que levou a jogar seu celular dentro do meu carro?

Ela: Falar com você

Eu: Mas você me conhece de algum lugar?

Ela: Não! Mas adorei seu sorriso e não resisti.

Eu: Você costuma a ter essas reações sempre?

Ela: Não, você foi a minha primeira experiência.

Eu: Mudo, sem saber o que responder.

Ela: porque ficou quieto? Está com medo? Meu nome é Amanda, e o seu?

Eu: Olha Amanda, eu quero saber quando, como e onde vai pegar esse seu cel. E outra coisa pra te poupar o tempo. Eu sou comprometido, sabe?

Obs: (ok, ok, menti um pouco. Não é porque no momento não estou com a minha amada, que vou me achar livre e desimpedido. Afinal, eu sei o que meu coração quer. A questão seria: Como sair dessa sem ser estúpido?)

Continuando...

Ela: Que pena. Mas enfim, podemos ser amigos?

Eu: Podemos.

Ela: posso passar meu MSN?

Eu: Pode.Só uma curiosidade. Eu pensei que ia me perguntar se eu tinha Orkut, porque eu não tenho.

Ela: Não. Nem eu tenho isso. Por quê?

Eu: Nossa, mais uma alma que se salva nesse mundo. Ahahahha

Ela: Não entendi.

Eu: Deixa pra lá.

Ela: Venha deixar o meu por volta das 17:00hrs:

Eu: Não posso! É o horário que pego minhas princesas na escola.

Ela: Puxa, você é casado então?

Eu: Não, sou pai solteiro.

Ela: uau. Tudo de bom que uma mulher sonha em conquistar.

Eu: Credu! O mundo realmente mudou muito.

P.S: Final dessa historia não interessa muito né?

Porém, eu percebi que as mulheres hoje em dia estão mais ousadas. Arriscam mais. E na arte da conquista estão conseguindo superar os homens.

5 comentários:

Chica disse...

Puxa! Que ataque,heim???A coisa tá assim? Tão pegando desse jeito, credo!!!A história ficou legal!abração,chica

EWF disse...

Olha...Se for verdade mesmo, é coisa de doido...

Ou você é muito sortudo, ou você tem muita sorte.kkk

So pecou em NÃO contar o final da história.

Fica devendo essa.

Abraços

Mulherzinhas disse...

NOssa...história real?

arte-e-manhas.com disse...

eheheheeheh
Grande "cantada"!!!
Adoro histórias sem final. Muito boa!

Grande abraço
Luísa

Lília Amorim disse...

huhauhauauauauua adorei essa hauauhauhauha,gosto de ousadia misturada com criatividade...
Eu sou casada e sou super séria mas de vez em quando acontece algo inusitado huauauauuhuauaua
mas nem vou entrar em detalhes pq meu marido é ciumento demais e ele sempre passa por aqui hauauauha.

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